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Formação de Portfólios de Investimento Personalizados

Diante da proliferação de novos produtos financeiros, do aumento da complexidade dos mercados de capitais e dos efeitos da inovação tecnológica sobre as atividades de investimento; contar com uma assessoria financeira profissional e um serviço personalizado de gestão de portfólio deixou de ser um luxo para se converter em uma necessidade básica.

O processo de gestão de portfólio empregado pela Pausare Capital se caracteriza pela robustez e integralidade com que atende às necessidades tanto do investidor e de sua família como do portfólio; destacando-se as seguintes etapas:

Utilizado como um instrumento inicial para o conhecimento do investidor e de suas necessidades. O perfil situacional começa com a determinação

a) da origem patrimonial do investidor;

b) da medida de percepção do patrimônio vs. necessidades financeiras; e

c) do ciclo de vida do investidor.

Essas informações são úteis para a determinação da tolerância ao risco e dos objetivos de retorno do investidor.

 

As atitudes de qualquer investidor são influenciadas por inúmeros fatores pessoais, incluindo o contexto socioeconômico, experiências prévias, nível de patrimônio e aspectos neurológicos. Através do uso de questionários que enfatizam questões relacionadas a atitudes pessoais e processos decisórios alheios a investimentos, a Pausare Capital classifica os investidores de acordo a diversos tipos genéricos de personalidade. O conhecimento integral do investidor ajuda ao gestor

a) antecipar inquietudes;

b) descrever didaticamente o processo de gestão de portfólio, bem como o programa de investimentos; e

c) elaborar uma efetiva Declaração de Políticas de Investimento (DPI).

As limitantes de investimento são importantes porque geralmente têm um efeito substancial no objetivo de retorno e na tolerância ao risco. Entre as limitantes de investimento analisadas para cada investidor, destacam-se: Horizonte de Tempo, Exposição Tributária, Necessidades de Liquidez, Exposição Jurídica e Circunstâncias Únicas.

A tolerância ao risco deve analisar tanto a capacidade do investidor para tolerar risco, como a sua predisposição para tomar risco. A primeira é determinada de forma objetiva, enquanto que a segunda de forma subjetiva.

Em última instância, o objetivo de retorno e a tolerância ao risco devem ser consistentes com as expectativas macroeconômicas e as limitantes de investimento. Normalmente, o objetivo de retorno pode ser dividido entre um componente obrigatório e um componente desejado. O primeiro corresponde às necessidades básica do investidor e de sua família, bem como aos seus objetivos críticos; enquanto o segundo corresponde às aspirações pessoais e familiares.

Constituição de Estruturas no Exterior para Investimentos

A atividade de constituição de estruturas no exterior para investimentos visa oferecer soluções para dois temas globais que recobram cada vez mais relevância: planejamento sucessório e eficiência tributária.

Esta atividade está amparada em princípios legais, transparentes e vinculados à elisão fiscal: utilização do planejamento tributário, normas existentes e sistemas legais para diminuir o peso da carga tributária sobre os investimentos.

Como exemplo das vantagens associadas ao planejamento sucessório, clientes com ativos em vários países podem consolidá-los sob uma única estrutura no exterior, o que a) restringe a aplicação do inventário a somente um país; b) evita gastos legais exorbitantes; e c) oferece privacidade e confidencialidade sobre o inventário.

Como exemplo das vantagens associadas à eficiência tributária, clientes podem adquirir imóveis através de uma estrutura no exterior buscando a elisão fiscal em relação a impostos incidentes sobre herança, pessoa física e/ou ganhos de capital. Além disso, a venda do imóvel pode ser realizada, em alguns casos, através da transferência de ações da estrutura no exterior; reduzindo os gastos inerentes aos processos de compra e venda.  

A atividade de constituição de estruturas no exterior para investimentos pode ser particularmente atrativa para quem vive em países emergentes, onde normalmente: a) a burocracia para abrir e gerenciar uma empresa é extensa; b) os custos para abrir e gerenciar uma empresa são elevados; e c) os impostos são relativamente altos.

Além disso, a constituição de estruturas no exterior é um processo rápido e sem burocracia em muitas jurisdições.

  • Adiamento da incidência de impostos, como forma de minimizar o potencial efeito da composição dos impostos ao longo do tempo através da incidência exclusiva ao final do período do investimento
  • Ênfase em ganhos de capital no longo prazo, baixa rotação do portfólio e loss harvesting; como forma de reduzir a tributação neta através do reconhecimento simultâneo de resultados impositivos de débito e crédito
  • Abstenção da incidência de impostos, através do investimento em ativos isentos de tributação
  • Redução da incidência de impostos, através do investimento em ativos que requerem um pagamento menos direto de impostos ou oferecem alíquotas inferiores
  • Ênfase em impostos sobre herança, como forma de minimizar a incidência de impostos através da utilização do planejamento sucessório para transferir ativos a) sem a caracterização de venda; b) com o maior adiamento impositivo possível; e c) com a maior antecipação impositiva possível, nos casos pertinentes.   

Alocação Ideal de Recursos nos Melhores Investimentos no Mercado Global

A alocação ideal de recursos corresponde a um dos maiores diferenciais da Pausare Capital sobre o mercado e se caracteriza como o fator primordial responsável pelo desempenho de um portfólio de investimentos.

Um estudo empírico demonstrou que um percentual significativo da variabilidade do retorno total de um portfólio é explicado pela alocação ideal de recursos. ² ³

Igualmente, outros estudos alcançaram resultados similares.

A alocação ideal de recursos se divide em dois âmbitos distintos, porém complementários: estratégico e tático.

Por um lado, o âmbito estratégico responde à interação das necessidades fundamentais básicas do investidor no longo prazo (objetivos e limitantes de investimento) com as expectativas das variáveis macroeconômicas no longo prazo.

Por outro lado, o âmbito tático resulta de uma gestão ativa do portfólio, segundo a qual o gestor deriva da alocação ideal de recursos de âmbito estratégico para gerar retornos superiores no curto prazo através de oportunidades de mercado.

Além da sua importância empírica, a alocação ideal de recursos de âmbito estratégico beneficia tanto o investidor como o gestor ao definir alocações baseadas em fatores de risco sistemáticos consistentes com os objetivos e limitantes do investidor; as quais devem ser respeitadas mesmo quando flutuações de mercado estimulem a desviar da estratégica de longo prazo.

  • Viés de status quo
  • Diversificação inocente
  • Alocação excessiva em ações do empregador
  • Viés de mercado local.

 

² Brinson, Gary P., L. Randolph Hood, and Gilbert L. Beebower. 1986. “Determinants of Portfolio Performance.” Financial Analysts Journal, vol. 42, nº 4 (July/August).

³ Ibbotson, Roger G. 2010. “The Importance of Asset Allocation.” Financial Analysts Journal, vol. 66, nº 2 (March/April).

 

 

Consolidação de Informações

A atividade de consolidação de informações, bem como o seu resultado através de um relatório único global, é de vital importância em cada uma das etapas do processo de gestão de portfólio por inúmeras razões; dentre as quais se destacam:

Os investidores devem considerar os efeitos da correlação de potenciais investimentos ou ativos existentes com os demais ativos que compõem o portfólio, seja na etapa de planejamento ou de execução do processo de gestão de portfólio. Somente através de uma visão holística do portfólio, resultante da atividade de consolidação de informações, é possível analisar o impacto da adição de um novo ativo sobre o retorno e o risco do portfólio.

Da mesma forma, os investidores devem avaliar o desempenho do portfólio através do seu retorno total, o qual deve considerar distribuições de capital, juros e variações de preço realizadas ou não. Além disso, o cálculo do retorno total do portfólio também deve considerar o impacto dos ativos no exterior; tanto do retorno de mercado, como do retorno cambiário. Somente através de uma análise integral do impacto dessas variáveis sobre o portfólio é possível calcular corretamente o retorno total do portfólio. Esta informação é extremamente importante para as etapas de avaliação e planejamento do processo de gestão de portfólio; uma vez que o retorno total do portfólio, calculado na etapa de avaliação, deve atender ao objetivo de retorno estabelecido na etapa de planejamento.

A atividade de consolidação de informações também constitui um insumo indispensável para o monitoramento constante e efetivo do portfólio durante todas as etapas do processo de gestão de portfólio. Por um lado, mudanças nas características fundamentais básicas dos investidores podem requerer a atualização da Declaração de Políticas de Investimento (DPI). Por outro lado, mudanças no cenário macroeconômico podem requerer ajustes na alocação ideal de recursos. Por fim, mudanças nas alocações dos ativos podem requerer o balanceamento do portfólio. Somente através de uma visão holística do portfólio, resultante da atividade de consolidação de informações, é possível monitorar essas mudanças e promover as ações correspondentes: atualização da Declaração de Políticas de Investimento (DPI), ajustes na alocação ideal de recursos e/ou o balanceamento do portfólio.

Propriedades de Alta Renda Imobiliária

A Pausare Capital, através de empresas intervenientes, oferece propriedades de alta renda imobiliária nos Estados Unidos para aquisição por investidores estrangeiros após uma robusta análise de investimento.

Essas propriedades, recentemente remodeladas, possuem um valor de investimento acessível, rentabilidade anual de dois dígitos e aluguel garantido por dois anos.

Elas são administradas localmente após a aquisição, contam com a possibilidade de renovação do seguro sobre o aluguel a partir do terceiro ano e devem ser analisadas como investimento (não como moradia).

  • Aluguel mensal superior a 1,0% do valor da propriedade
  • Impostos anuais de 1,5% do valor da propriedade
  • Isenção da taxa de condomínio
  • Preços inferiores ao valor de mercado